Comparação em Tamanho Real

FIFINE K669B
R$ 188,88
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BOYA BY-M1 Pro
R$148,50
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Especificações que mais impactam a qualidade (na prática)
FIFINE K669B (USB)
Condenser cardioide (capta mais “de frente” e ajuda a reduzir laterais/atrás).
20 Hz – 20 kHz (faixa completa, tende a soar mais “aberto” e detalhado no agudo).
16-bit / 48 kHz (padrão ok para voz; menos “folga” se você for puxar muito no tratamento/ganho na pós).
SNR 78 dB (ruído de fundo do próprio microfone/conversão em nível razoável).
Tem knob de volume, e o manual indica que ele marca a “frente” do microfone (importa para a captação).
Não tem monitoramento ao vivo por fone no próprio microfone (a própria FIFINE comenta sobre mics “sem live-time headphone jack” e risco de eco ao monitorar via sistema).
BOYA BY-M1 Pro (lapela)
Electret condenser omnidirecional (capta 360°, mantém nível mais constante mesmo se você virar a cabeça).
65 Hz – 18 kHz (suficiente para voz; normalmente menos “ar” no extremo agudo que um mic de mesa bem próximo).
SNR 78 dB (no papel, mesmo número do K669B).
Chave 0 / -10 dB (pad) para evitar distorção quando a voz está muito alta/perto.
Saída de fone para monitorar em “modo smartphone”.
Bateria LR44 (modo câmera) e sem bateria no modo smartphone (segundo o manual).
Recomenda-se posicionar a cápsula a 20–25 cm do rosto e usar a espuma (windscreen) para reduzir ruído de vento/baforada.
Qualidade de voz: “soar bonito” vs “soar constante”
Se você grava sentado na mesa, falando para câmera/PC (podcast, live, aula, narração)
K669B geralmente vence em “som de estúdio”:
A combinação cardioide + faixa 20–20 kHz tende a dar mais sensação de presença/detalhe quando bem posicionado.
Como é USB, o resultado costuma ser mais “previsível” no PC (sem depender do pré-amplificador da câmera/celular).
Mas: se o seu quarto tem eco e barulho (teclado, ventilador, rua), ele vai captar isso — cardioide ajuda, mas não faz milagre.
Se você grava com a câmera/celular afastado ou em movimento (vlog, bastidor, entrevista)
BY-M1 Pro costuma vencer por consistência:
Como fica no corpo, a distância boca–microfone muda menos, então sua voz fica mais estável mesmo andando.
O omnidirecional ajuda a não “sumir” quando você vira a cabeça.
Porém: lapela sofre com ruído de roupa e com ambiente barulhento (ele vai captar o entorno também); o segredo é posicionamento e evitar atrito.
Ruído e “fundo” (onde muita gente perde qualidade sem perceber)
Aqui tem um detalhe importante: mesmo com SNR parecido (78 dB nos dois), a percepção de ruído muda por causa do “sistema”:
K669B (USB): o ruído é mais “controlado” pelo próprio conjunto microfone+conversão.
BY-M1 Pro (analógico): a qualidade final depende MUITO do pré-amplificador de onde você plugou (câmera/celular/notebook). Se o pré for fraco, você ouve hiss fácil, mesmo que o microfone em si seja decente.
O BY-M1 Pro tem um trunfo que ajuda muito quando dá problema:
Pad -10 dB para evitar estourar/distorcer (principalmente em câmera).
Controle e “segurança” de gravação
K669B
Controle rápido no corpo via knob de volume.
Em contrapartida, sem monitoramento direto no mic: se você quiser ouvir “ao vivo”, normalmente fica dependendo do sistema (com risco de latência/eco se configurar errado).
BY-M1 Pro
Monitoramento por fone (no modo smartphone): você confere ali se está raspando roupa, se a cápsula está batendo etc.
O manual também orienta posicionamento e uso de espuma para reduzir vento/baforada — isso “salva” áudio em externa.
Qual seria o melhor
Escolha o FIFINE K669B se:
Seu conteúdo é mesa/PC (lives, game, podcast, chamadas, narração).
Você consegue manter o microfone a uma distância consistente.
Quer plug & play e áudio previsível no computador.
Escolha o BOYA BY-M1 Pro se:
Seu conteúdo é câmera/celular, vlog, entrevista, bastidor, em pé/movimento.
Você precisa que a voz fique estável mesmo com a câmera longe.
Quer o recurso do -10 dB e monitoramento (especialmente útil em gravação externa).
Sobre o tipo de produto, quando escolher:
Microfone USB (para mesa/estúdio): função e quando é melhor
O que ele faz melhor: entregar voz cheia e consistente quando você grava sentado, perto do microfone, em um ambiente relativamente controlado (home office/quarto). É o clássico setup de podcast, live, gameplay, aulas e reels “falando para a câmera”.
Vantagens práticas
Qualidade previsível: você mantém a boca sempre na mesma distância, então o áudio fica uniforme.
Menos dor de cabeça com compatibilidade: liga no PC (e às vezes no celular/tablet via adaptador) e grava.
Controle de ruído de fundo: muitos USB usam padrão cardioide (capta mais “de frente” e ajuda a reduzir o entorno).
Recursos úteis para criador: exemplo comum é gravação em alta resolução (24-bit/96 kHz) e mute por toque, ótimo em live.
Limitações
Não é feito para movimento: se você levanta, vira a cabeça ou grava andando, o som varia.
Acústica do ambiente manda muito: quarto “vazio” e com eco pode derrubar a qualidade — mesmo com microfone bom.
Microfone de lapela (para mobilidade): função e quando é melhor
O que ele faz melhor: colocar o microfone colado em você, mantendo a voz “perto” mesmo com braços livres, câmera mais distante e você andando. É perfeito para vlog, entrevistas, conteúdo externo, bastidores, eventos e gravação com celular.
Vantagens práticas
Voz estável em movimento: a distância boca–microfone quase não muda.
Visual mais limpo: não precisa aparecer um microfone grande no quadro (ótimo para creators que gravam “cinema style”).
Compatibilidade ampla (em muitos modelos): há lapelas pensadas para câmera, smartphone, gravadores e até PC.
Cuidados/limitações
Ruído de roupa: atrito de camisa/colar pode estragar áudio (posicionamento é tudo).
Conector importa: muitos lapelas para smartphone usam TRRS (P2 de 4 polos) (ex.: smartLav+ conecta direto em celular).
Se for iPhone com Lightning, normalmente você precisa de adaptador adequado para TRRS/Lightning.
Em lapelas omnidirecionais, o microfone capta 360° — isso ajuda quando você mexe a cabeça, mas também pode puxar mais ambiente.
