Smartwatch vs cinta peitoral

Comparação em Tamanho Real

Polar H10

R$ 949,00

Melhor preço

Samsung Galaxy S24 Ultra

R$ 2.939

Melhor preço

Pensando em qual melhor equipamento para comparar sua frequência cardíaca e performance? Aqui trazemos uma comparação rápida e simples de ler para você decidir sua próxuma compra 

 

 

Ficha técnica por categoria

 Como cada um mede (por que a cinta tende a ser mais eficiente)

Cinta peitoral (ECG):

  • Mede a atividade elétrica do coração (picos R) e deriva intervalos RR e FC.

  • Vantagem: é, na prática esportiva, o padrão para batimento-a-batimento, e estudos mostram forte concordância com ECG de referência para HRV/intervalos RR em repouso e exercício.

Pulso (PPG):

  • Usa luz para estimar variações de volume sanguíneo e calcula FC/HRV via algoritmo.

  • Limitação: o sinal PPG é muito afetado por artefato de movimento; há literatura técnica focada exatamente em reduzir esses artefatos para melhorar a precisão.

 

 Precisão em treino (onde a diferença aparece)

Cinta peitoral geralmente vence em:

  • Tiros / HIIT / fartlek / crossfit / musculação (mudança rápida + tensão no punho)

  • Ciclismo (vibração + posição do punho)

  • Situações em que você quer confiar no dado para zona alvo e decisões do treino.

Pulso pode ser “bom o suficiente” em:

  • Corrida contínua moderada, caminhadas, rodagens leves, cardio estável

  • Muita gente obtém valores próximos do chest strap em várias atividades, mas a margem tende a piorar com intensidade/movimento.

 

 HRV e “treino por recuperação” (onde a cinta é referência)

Se você usa HRV/RMSSD (ex.: prontidão/recuperação), a cinta costuma ser superior porque:

  • HRV depende de precisão dos intervalos RR, e estudos de validação do tipo “H10 vs ECG” mostram concordância forte (repouso e exercício incremental).

  • Em comparação de consistência/erro para métricas como RMSSD, chest strap aparece como a opção com menor erro e maior consistência frente ao ECG.

Pulso pode servir para tendências, mas:

  • A confiabilidade do HRV no pulso varia bastante por dispositivo/algoritmo e por qualidade de sinal (sono/repouso tende a ser melhor do que treino).

 

Conforto, rotina e “eficiência operacional”

Pulso (vantagem de eficiência do dia a dia):

  • Você usa o relógio o tempo inteiro, sem etapas extras.

  • Para a maioria das pessoas, isso significa mais dados coletados (aderência).

Cinta (vantagem de eficiência quando importa):

  • Você coloca só no treino (ou em sessões específicas) e ganha dado mais confiável quando as decisões do treino dependem disso.

 

Desvantagens típicas (para decidir sem ilusão)

Cinta peitoral – limitações

  • Pode incomodar (principalmente em longos), precisa ajuste correto

  • Contato pele pode exigir umedecer/gel em algumas situações

  • Menos “prática” para uso 24/7

Pulso – limitações

  • Pode errar mais em intensidade alta e movimentos explosivos

  • Depende de: aperto certo, posição no braço, pele, suor, frio e vibração

 

Qual escolher (recomendação objetiva)

Escolha cinta peitoral se você:

  • Faz HIIT/tiros, treina por zonas, ou quer dados “para confiar”

  • Quer HRV batimento-a-batimento mais confiável (recuperação/treino polarizado)

Fique com sensor no pulso se você:

  • Faz treinos mais contínuos e quer praticidade

  • Quer “boa estimativa” na maioria dos dias e não depende de picos precisos

Melhor custo/benefício para quem treina sério:
Relógio no pulso para o dia a dia + cinta nos treinos-chave (intervalado, testes, treinos de zona).

Comparação direta (exemplo real)

 Cinta peitoral (ECG): Polar H10

Base de custo (BR): R$ 759,20 (promo) / R$ 949,00 (preço cheio) no site da Polar Brasil.

O que ela entrega na eficiência de FC

  • Tecnologia: captação elétrica (tipo ECG) → excelente para intervalos, tiros, HIIT e para métricas batimento-a-batimento.

  • Conectividade: Bluetooth LE + ANT+.

  • Bateria: “até 400 horas” (pilha).

  • Resistência à água: até 30 m (WR30).

    • Observação prática: em água, Bluetooth/ANT+ podem não funcionar; a cinta depende de outras formas de transmissão/condutividade.

  • Peso: 60 g (com cinta) / 21 g (sensor).

Onde ela é mais “eficiente” na prática

  • Quando você quer FC respondendo rápido (picos e quedas reais) e zonas confiáveis em treinos intensos.

 

Sensor no pulso (PPG): Garmin Forerunner 265 (monitor cardíaco no pulso + GPS)

Base de custo (BR):

  • R$ 4.649,00 (Garmin Store Brasil, exemplo)

  • Em comparadores, aparece por volta de R$ 4.173,82 (menor preço encontrado no momento do levantamento).

O que ele entrega na eficiência de FC

  • Tecnologia: óptica no pulso (PPG) → ótima para dia a dia e treinos contínuos, mas pode sofrer mais em movimento intenso.

  • O próprio manual reforça: o relógio usa o sensor do pulso por padrão, mas se você emparelhar uma cinta, ele passa a usar a fonte externa quando disponível.

  • Compatibilidade com cinta: suporta monitores externos (ANT+/Bluetooth) e tem lógica de troca de fonte.

  • Impermeabilidade: 5 ATM (adequado para natação de superfície).

Onde ele é mais “eficiente” na prática

  • Quando a prioridade é praticidade + consistência (você usa o dia todo) e quer tudo integrado (treino, GPS, métricas, notificações).

 

Resumo objetivo: eficiência (FC) e custo-benefício

PontoPolar H10 (cinta)Garmin FR265 (pulso)
Eficiência em HIIT/tirosMuito alta (resposta rápida)Boa, mas pode oscilar/atrasar
Eficiência em corrida contínuaExcelenteMuito boa
Melhor para treinar por zona “sem erro”SimMelhor com cinta emparelhada
Praticidade 24/7Média (coloca no treino)Alta (usa sempre)
Base de custo~R$ 759–949~R$ 4.173–4.649

 

Bônus rápido (se por “pulseira” você quis dizer sensor óptico dedicado, sem relógio)

Exemplo clássico: Polar Verity Sense (óptico com braçadeira)R$ 949,00 (Polar Brasil).
Ele é uma “ponte” entre os dois mundos: mais confortável que cinta pra alguns, mas ainda óptico (PPG).